
O ídolo de L'oreille Cassée poderá bem simbolizar todos os ídolos de BD que acompanharam a minha infância e que nunca caberiam num post de blog.
Ao longo dos anos foram-me acompanhando nos quadradinhos de inúmeros albuns e revistas.
Mais tarde foram desmistificados e carregados com todos os defeitos porventura distorcedores das personalidades juvenis a quem se dirigiam.
O Hergé era fascista, o Walt Disney da CIA, o Hugo Pratt um pária, o Gosciny comerciante...
Os heróis cá ficaram e com todas as amolgadelas que tivessem nunca perderiam o lugar.
