2013-05-07

Casa do Vapor


A CASA DO VAPOR é um projeto colaborativo entre o coletivo EXYZT e a Associação da Casa do Vapor, que acontece na Cova do Vapor. Entre maio e outubro 2013, a Casa vai ser ativada com colaborações e projetos vários. 

Informação mais completa nos sites:
www.exyzt.org, www.casadovapor.org/?lang=pt 
www.exyzt.org/agenda/CASA-DO-VAPOR-eng.pdf


2013-04-29

Cç da Estrela

No Encontro 36 dos USkP

2013-04-26

SNACK BAR M DIAS (Parises)



Há casas que, só pela localização, já são de paragem obrigatória na Via Algarviana. 
O Snack Bar M Dias é um deles.
Não apenas por ficar num monte chamado Parises torna-se um local cosmopolita. Param lá todos. De todas as nacionalidades. A pé, de bicicleta, a cavalo… a Dª Marília faz questão de referir as diferentes visitas da semana.
Parises fica no alto de uma enorme subida, a meio da jornada de Cachopo a Barrando do Velho, que é uma das mais difíceis.
Recebi esta mensagem de um casal sueco que conheci numa das paragens:

“The bar in Parizes nearly saved our live, we were so hungry and thirsty, and the bar was open !!”
M and S

Ao longo do percurso é raro encontrar-me com pessoas mas, nos cafés e nas pernoitas, frequentemente tenho companhia e é muito comum esta situação de pessoas que vêm de países distantes, desembarcam no aeroporto de Faro, apanham um táxi até ao início do percurso e passados uns dias de caminhada regressam ao táxi, ao aeroporto e aos países de origem.
A excelência da Via Algarviana vai-se espalhando por aí fora. Estão de parabéns os promotores e todos os que colaboram, pelo menos com um “bons dias”, ao longo do trajeto.
Eu agradeço a todos os Algarvios, Serranos, Montanheiros ou Marítimos que vão possibilitando a descoberta de um Algarve diferente.

Cravo

Um desenho de 1991

2013-04-24

2013-04-21

Museu da Cidade

Boneco feito durante a entrevista para o Correio da Manhã de hoje.

2013-04-20

À espera...

no aeroporto de Lisboa.


2013-04-18

2013-04-15

Jantar

Rest RIO GRANDE

2013-04-11

Lisboa...

... vista do Ginjal.

2013-04-10

2013-04-09

Cacilhas

Fui no domingo a Cacilhas
Mais o Xico Maravilhas
Comer uma caldeirada...
Atravessando o rio
Fiquei sem saber se a pesca tinha dado algum resultado.

2013-04-07

360º

360º de exposição, na FCG.
A não perder !!!

2013-04-06

Via Algarviana

Na Via Algarviana, a chegada a Alte faz-se pela zona das Fontes.

2013-04-03

Viagens Lentas. Diários de viagem.


Vou orientar uma conversa e um workshop 
sobre diários de viagem, no Museu das Comunicações, 
no sábado dia 2013-04-06.

Link para a divulgação:

A aprendizagem vai-se fazendo e agora tenho a certeza que cada viagem é tanto mais gozada, apreciada e recordada quanto mais for desenhada.
Sem qualquer obrigação ou objetivo pré-definido gosto de estar disponível para desenhar o que me apetece. O que me chama a atenção. O que me deslumbra.

A grande aprendizagem é a perda do medo. A coragem de desenhar mal. O aceitar as nossas limitações e apreciar as nossas qualidades.
Lamento não ter começado a desenhar mais cedo em diários de viagem e, mesmo olhando para os bonecos mais infelizes ou menos acabados só me arrependo dos desenhos que não fiz.


2013-04-01

Cova do Vapôr

Em contra trânsito, o cacilheiro (se calhar devia chamar-lhe Trafarieiro)  ia vazio.

2013-03-28

2013-03-27

Cova do Vapôr

A primeira vez que fui à Cova do Vapôr, não fui.
Parti de Algés num Lusito (sim, andei na Vela da Bufa) integrado numa "armada" de Lusitos e Cadetes.
Estava muito no princípio (11 anos) e atrapalhavam-me as duas escotas na mesma mão, a muita água no fundo do barco, as ondas, os ventos e tudo o mais.
A meio do percurso já a frota vinha de regresso e eu também voltei, a reboque da Lá Vamos. Não cheguei à Cova do vapôr.

O Cadete e o Lusito estão desenhados de memória que, provavelmente, já me atraiçoa um bocado.


2013-03-25

Cova do Vapôr

Não têm conta os passeios e fins de semana que, em miúdo, passei na Cova do Vapôr. (Não digo há quantos anos, para não cair na triste realidade).
Íamos nos barcos do costume e dormíamos no areal em redor de uma fogueira, tipo incêndio, feita com as madeiras que davam à costa.
Voltei à Cova do Vapôr.
Desta vez fui de cacilheiro até à Trafaria e comecei logo por estranhar o trajecto até à CV.
Aquilo que era uma passagenzinha de barco afinal é um longo percurso pela estrada. Todas as dimensões, distâncias e a própria morfologia da costa e dos areais estão para mim irreconhecíveis mas o ambiente, as pessoas e até alguns cheiros - felizmente desapareceram as naftas, os lixos queimados e os esgotos - são ainda os mesmos.





2013-03-21

SP

Fomos ao IKEA e comprei um espelho.

2013-03-19

Monchique

Bonecos avulsos em Monchique

Chaminé de saias

Mais Monchique.
Chaminé de saias e os sketchers de volta dela.

2013-03-18

Chaminés de Saia, em Monchique


Um óptimo passeio orientado pela Ana Rosário Nunes e pelo Carlos Abafa.

2013-03-14

Gulbenkian

Beethoven como nunca tinha ouvido.
De resto se não tivessa lido o programa, julgaria tratar-se de outro compositor.
Não quer dizer que não tenha gostado.

Estilas

As dornas têm apenas fundo.
No final do verão são cheias de medronho (e tapadas com lonas e plásticos) que fica a fermentar até agora.
São tão grandes que, para tirar o medronho com uma grande pá em forma de colher - uma peça linda que não me lembro como se chama - é precisa uma escada de fora e outra escada de dentro.
Os pipos, já com dois fundos, ou fundo e tampa e servem para guardar a aguardente e dar-lhe alguma madeira.

As morcelas de farinha são o fim da linha da matança do porco.
Misturam-se os últimos restos com farinha e como já nem havia tripa foram enchidos em sacos de pano, antes de pôr ao fumeiro.
Passados uns tempos, quando chega a altura de serem comidas, são cozidas com saco e tudo. Só se descascam depois de cozinhadas. E são óptimas!

2013-03-12

Desenhar nas ESTILAS

Outra estila, e a panela do almoço já ao lume.

2013-03-11

Desenhar nas ESTILAS, em Monchique

Muito bem recebidos pela Ana Rosário Nunes e pelo Carlos Abafa, além da Confraria do Medronho e da Associação Cultural Memo.
Passamos um excelente fm de semana na Serra de Monchique.
Foi ocasião para aprender um pouco sobre a destila "ESTILA" do medronho, para ver e gozar o ambiente de serra e de pequena aldeia (umas casas lindas!) e para todo o convívio associado.
Vale a pena ir ao medronho e ser assim recebido.