2020-06-26

Desenhar à Flor da Pele

Zoom a partir da Casa Atelier Vieira da Silva.

2020-06-23

Fatinitza

No Museu de Marinha, desenhando a Fatinitza e um Dóri do Creoula.

2020-06-19

2020-06-17

Lourosa

Igreja de S Pedro.
Monumento Nacional, de origem Moçárabe.

2020-06-16

Foz d'Égua

Na Serra do Açor. Será bucólico ou Pitoresco?
Em todo o caso, dando largas à minha tendência para o "bilhete postal".

2020-06-15

2020-06-08

IKEA

À espera que abra o IKEA.

2020-06-04

Alverca

Pelas piores razões as cidades do Ribatejo têm estado na ordem do dia.
Antes mesmo da pandemia, passei por Alverca numa caminhada e parei a desenhar o rio, na passagem aérea sobre a linha do comboio, exactamente numa das estações polémicas pela falta de distanciamento social nas horas de ponta. A vista era muito mais bonita do que ficou no desenho.


2020-06-03

2020-06-02

Monte Santos

A última jornada, entre Vila do Bispo e Sagres, é comum à Via Algarviana e à Rota Vicentina.
Neste dia tínhamos lá ido, no âmbito do Sketch Tour Portugal Trails, especificamente para desenhar (com a @lindatoolsema) mas chovia copiosamente e a única hipótese foi ficar desenhando dentro do carro.

2020-05-29

Trabalhos florestais

O descanso da giratória.

2020-05-21

Farol da Guia

Fomos aos Cachorros da Boca do Inferno.

2020-05-20

Rabiscando...

... ou bonecodebolsando.

2020-05-18

Praia da Ursa

Isto é que é o verdadeiro desconfinamento!!!

2020-05-16

Trabalhos florestais

Ou serão silvícolas?

2020-05-14

Praia da Ursa

Agora deu-me para o pastel seco. O tema é o do costume. (NUS).

2020-05-13

2020-05-12

Fátima

Acho que este desenho já cá esteve pelo menos parcialmente mas hoje apeteceu-me recordá-lo.

2020-05-11

Nêsperas

Nêsperas ao almoço, ao lanche, ao jantar... frescas, em doce, em bolos...
Não me lembro de outro ano com tantas tão grandes e tão boas (neste desenho até parecem laranjas). 2020 será o ano do Covid19 mas também o ano das nêsperas.

2020-05-10

Adraga

Restos de confinamento. Brincando com caneta de bambu (NUS).

2020-05-08

Desenhar à Flor da Pele, 20200506

Uma actividade CAVS- Casa Atelier Vieira da Silva/ Cathy Douzil, agora (zoom) virtualmente.

2020-05-04

Caminhos do Tejo

Os "Caminhos do Tejo" foram um excelente projecto do Arq Gonçalo Ribeiro Teles, com o Centro Nacional de Cultura, mas tinham um design abaixo do aceitável.
Não sei de quem é a responsabilidade mas toda a sinalética mudou radicalmente é agora muito boa. Até omnipresente.
Outros tempos em que se faziam caminhadas. Para quando a reabertura (em segurança) das grandes rotas, albergues, etc?

2020-04-30

Linha d'Água

Este desenho foi feito com um objectivo específico mas já não recordo qual, mas lembro-me bem de o fazer. Dantes, quando era possível gozar de uma esplanada...
Julgo que este desenho ainda não tinha vindo ao blog.

2020-04-29

Desenhar à Flor da Pele

Em modo ZOOM. Uma experiência nova.


2020-04-28

Pavilhão Atlântico

Um desenho que está quase fazendo um ano. Feito durante o FESTIVAL PARTES 2019, que deixou saudades.

2020-04-26

Dia Europeu dos Jardins Históricos

Sem poder sair de casa, socorro-me de desenhos antigos.
Jardim da Casa dos Açores, Minde. Museu da Aguarela Roque Gameiro.




25

O desenho não é novo, mas vai reaparecendo ciclicamente.

2020-04-24

Riscar o Riscador

WebOficina proposta pelo Filipe Almeida. Obrigado Filipe.

2020-04-23

Outros tempos, outros lugares,

Que trazem boas recordações.
Casas Baixas, quando do Sketch Tour Portugal Trails.

2020-04-21

De Geração em Geração

WebOficina 18. Obrigado Cláudia Mestre.

A Cadeira do Cristino
Foi comprada pelo Justino Guedes (1852- 1923) para uso das filhas.
Passou para o irmão, Alfredo Roque Gameiro (meu bisavô), sendo usado por todas as cinco filhas e filhos. Em casa da Avó serviu a Mãe e todos os tios e tias té chegar à minha geração em que todos também a usámos. Entre filhos e sobrinhos andou de casa em casa servindo a quem precisava e já foram muitos. Agora sentam-se nela os meus netos.
Já são muitas gerações!
É, no entanto, conhecida como “a cadeira do Cristino” devido a uma famosa birra ao jantar do (futuro) arq Luís Cristino da Silva (1896-1976) cujo pai era amigo do meu bisavô.

2020-04-19

Quarentena Desenhada

Não têm sido nada fáceis estes dias. Nada. Sem desenhar nem mesmo as WebOficinas.
Atirei-me a esta do Hélio Boto. Obrigado Hélio.


2020-04-09

WebOficina 16. Paleta Reduzida.

A água foi tanta que o scanner não apanhava cor nenhuma. Tive de lá voltar com as aguarelas, mas sempre com as mesmas três cores. Obrigado Manuela Rolão.

2020-04-07

WebOficina 15. A Linha

Tentando responder à proposta do Bruno Vieira.

2020-04-04

Uma Crónica da Quarentena

A proposta da Teresa Ruivo não podia ser mais interessante nem mais oportuna. É o verdadeiro espírito do Urbansketching!
A minha quarentena não tem sido fácil de cumprir. Estou sempre a sair de casa e quando volto tem de ir tudo para a desinfecção de maneira que levo só o material mínimo. Nestas ânsias de me livrar do virus lá foi o "caderno da quarentena" para a máquina de lavar roupa e de lá... para o lixo. Alguns dos desenhos que já estavam scanados são agora peças únicas digitais.

2020-04-03

Vamos ao Ginásio.

WebOficina no âmbito da #quarentenadesenhada dos USkP:

Para além da importância do ter ou não ter jeito para o desenho (Ah! Discussão antiga e sempre recorrente), há um aspecto que não me deixa dúvidas:
A capacidade de riscar linhas direitas ou letras regulares não é inata! Depende apenas de aprendizagem, treino e tempo.
E nem sequer é fundamental para grande parte dos desenhos que fazemos. Há desenhos que são lindos apesar de completamente amolgados.
No entanto é conveniente, às vezes, conseguir um traço preciso, uma linha direita, um gradiente de valores ou um conjunto de marcas regulares. Para isso é importante treinar a mão.

VAMOS AO GINÁSIO!

Aqui ficam alguns exercícios que podem ser feitos com qualquer riscador, em qualquer lugar e em qualquer ocasião. Até durante aquelas reuniões mais chatas (bastava fingir que estávamos aplicadamente tomando apontamentos).

Algumas explicações da esquerda para a direita, de cima para baixo:
1.    Encher um quadrado de rectas paralelas. A dificuldade aumenta se for deixada uma reserva em que parte das linhas serão interrompidas.
2.    Espiral. Pode ser desenhada de dentro para fora ou VV. Pode-se aumentar ou diminuir a distância entre linhas.
3.    Serpentinas, ou qualquer outro motivo que, concentricamente, vão sendo mais carregadas, em degradé.
4.    Riscar rectas ortogonais apoiando a mão na borda do caderno. Quanto mais afastadas da borda menos fácil é.
5.    Bocas sobre linhas, letras e algarismos.
6.    Desenhar pontos o mais afastados possível e uni-los por linhas rectas.
7.    Experimentar vários padrões em quadrados contíguos para experimentar valores em degradé.
8.    Encher um rectângulo de linhas quebradas formando um padrão regular
9.    Abecedários e frisos horizontais
10. Linhas e frisos verticais - Não vale virar o caderno. É mesmo diferente desenhá-los ao alto ou ao baixo.
11. Há reuniões que são assim.
12. Desenhar rectângulos e preenche-los com padrões diferentes. Quanto maiores os rectângulos mais difícil o exercício. A dificuldade (e a eficácia) do exercício também aumente se o caderno ficar sempre na mesma posição em vez de o rodar para cada conjunto de linhas.
13. Experimentar abecedários e frisos com tamanhos diferentes.
14. Espiral com abecedário incluído. Aqui tenho mesmo de rodar o caderno!

Seria importante que estes exercícios não fossem feitos sempre ao estirador, mas também num sofá, em pé, encostado a uma parede, num local ventoso, no autocarro... em qualquer lugar, porque é aí que vamos usar o diário gráfico.
Como estamos reduzidos a desenhar em casa fica à imaginação de cada um a escolha de condicionantes que simulem as dificuldades mais comuns da vida de um urban sketcher. Contem como foi.

2020-04-02

Musealizemo-nos

Um Tio Avô que foi voar para França durante a guerra.
Depois do último acidente, de onde saiu bem, o avião ficou inaproveitável. Trouxe este ferro torcido que ficou para o Museu das Recordações de Família.

Quarentena Desenhada

Esta WebOficina - obrigado Susana Nobre - já era de ontem mas só hoje lhe consigo chegar e muito brevemente.
A lixívia está na ordem do dia. Tentando dar-lhe uma utilização menos desmoralizante do que a luta contra o impronunciável, e respondendo às perguntas que fizeram voltei ao método, com video e tudo.
Usei caneta de aparo e pincel tanto para o fundo azul como para a abertura com lixívia. Atenção. Quando a lixívia é demais o papel fica castanho de queimado. Mais atenção. Com a lixívia todos os cuidados são poucos (olhos, mãos, roupa, ...)