Na véspera houve acolhimento e apresentação, mas a Escola de Agroecologia de Montanha, começou por uma "caminhada comentada" na Serra da Estrela.
2026-03-31
2026-03-30
2026-03-27
Ponte Filipina do Cabril
Ponte Filipina do Cabril. Até 1954 era por aqui que se atravessava o Zêzere. E que estrada. E que curvas. E que beleza.
Agora há outras obras de arte.
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2026-03-26
2026-03-25
2026-03-23
2026-03-19
Exposição da Isabel Loureiro
Exposição Isabel Loureiro @maria_isabel_ loureiro .
O boneco não faz justiça ao impacto da instalação, mas assim não me esqueço dela.
2026-03-18
2026-03-17
2026-03-16
2026-03-13
2026-03-11
2026-03-10
2026-03-09
2026-03-07
2026-03-06
Festival Terras sem Sombra
Para a "vertente de biodiversidade" o Festival Terras sem Sombra levou-nos até ao Monte da Sancha, perto de Arronches, onde fomos muito bem recebidos.
Para além da produção de gado ovino de qualidade, que ali se desenvolve, também foi tema o papel das mulheres na agricultura.
As três agricultoras que intervieram na apresentação desenvolvem também importantes actividades em associações profissionais, autarquias e assistências sociais, num ambiente em que a mulher está cada vez mais presente.
O Monte da Sancha é inteiramente gerido e explorado por mulheres. Vale a pena conhecê-lo: https://www.montedasancha.pt/
2026-03-05
Festival Terras sem Sombra
Um piano, quatro mãos: Obras de compositorAs polacas e portuguesas dos séculos XX/XXI, pelo Duo Zarebski.
O concerto foi estupendo e isto de piano a quatro mãos envolve algum malabarismo e posições pouco ergonómicas em frente ao teclado.
No fim, os músicos assinaram o meu caderno.
2026-03-04
2026-03-03
Ponte do Marco
A Ribeira de Abrilongo faz fronteira entre Portugal e Espanha. Não é larga mas, de um lado fica o pueblo espanhol Marco e do outro a aldeia portuguesa Esperança.
Supostamente, nos tempos do contrabando a ponte do Marco não existia mas o caminho que por ali passa era sobejamente conhecido e utilizado por aldeões e contrabandistas.
Na primeira actividade do Festival Terras sem Sombra de 2026 foi aqui, junto da ponte, que ouvimos Dulce Simões falar sobre "Raia, identidades e contrabando: a fronteira invisível".
Logo a seguir, e eu julguei que isto não seria possível, juntaram-se dois vizinhos que toda a vida fizeram o seu trabalho ao longo da fronteira... um como guarda florestal e outro como contrabandista.
Histórias diferentes, outras vezes as mesmas histórias, mas sempre vistas de lados opostos.
E tudo isto contado num ambiente de serena e respeitosa conversa, às vezes emocionada e muitas vezes emocionante.
2026-03-02
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