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2024-09-11

FTSS

Festival Terras sem Sombra.
Depois do Menir da Meada ainda visitámos (e ouvimos as interpretações) a Anta da Melriça, também próxima de Póvoa e Meadas, Castelo de Vide.


2022-05-20

(a)Riscar em Póvoa e Meadas... a cores.

Foi hoje mesmo, na Casa do Alentejo, o lançamento do livro do Luís Pedro Cruz.
Um livro em que o urbansketching é utilizado como elemento agregador e de ligação entre pessoas e histórias locais. Memórias e registos que assim não se perdem. Obrigado Luís Pedro Cruz e CM Castelo de Vide.


2021-08-12

Recordações de Infância

Eram sempre divertidos os "grandes" passeios ao TALEFE (que é como na aldeia se chamam os marcos geodésicos). Eram aventuras que culminavam com a desafiante escalada do talefe ele mesmo.
Nas várias idas e vindas ao talefe fui aprendendo a ver perdizes, coelhos, lagartos, lacraus, grandes bandos de pombos da Rússia ou de pequenos tordos e, às vezes, as rapaces que tentavam chegar-se a eles todos. Recordações muito queridas!
Voltando ao talefe vejo que fica a menos de 300m de casa. E é mesmo pequeno. Pouco mais do que uma borbulha encavalitada num cancho (como aqui se chamam os afloramentos graníticos) e completamente subjugado pelo enorme e feio depósito de água, que dantes não existia.
Prefiro o imaginário antigo!




2021-08-02

Recordações de infância

Nas noites frescas depois dos escaldantes dias alentejanos, os canchos (como são ali chamados os enormes afloramentos graníticos) ficam a irradiar calor até de manhã.
Deitados de costas na pedra quente olhávamos o céu imensamente estrelado - a casa não tinha electricidade nem na aldeia havia iluminação pública - e víamos passar o Sputnick. Muito mais tarde, quando vi um Sputnick no museu, fiquei impressionado com a pequenez daquilo que se via tão bem. Explicaram-me que as órbitas eram baixas (por isso muito rápidas) e que o satélite ainda apanhava luz do sol.
Não sei se seria uma observação cientificamente correcta mas para mim é uma realidade indesmentível!