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2020-04-24

Riscar o Riscador

WebOficina proposta pelo Filipe Almeida. Obrigado Filipe.

2020-04-21

De Geração em Geração

WebOficina 18. Obrigado Cláudia Mestre.

A Cadeira do Cristino
Foi comprada pelo Justino Guedes (1852- 1923) para uso das filhas.
Passou para o irmão, Alfredo Roque Gameiro (meu bisavô), sendo usado por todas as cinco filhas e filhos. Em casa da Avó serviu a Mãe e todos os tios e tias té chegar à minha geração em que todos também a usámos. Entre filhos e sobrinhos andou de casa em casa servindo a quem precisava e já foram muitos. Agora sentam-se nela os meus netos.
Já são muitas gerações!
É, no entanto, conhecida como “a cadeira do Cristino” devido a uma famosa birra ao jantar do (futuro) arq Luís Cristino da Silva (1896-1976) cujo pai era amigo do meu bisavô.

2020-04-09

WebOficina 16. Paleta Reduzida.

A água foi tanta que o scanner não apanhava cor nenhuma. Tive de lá voltar com as aguarelas, mas sempre com as mesmas três cores. Obrigado Manuela Rolão.

2020-04-07

WebOficina 15. A Linha

Tentando responder à proposta do Bruno Vieira.

2020-04-04

Uma Crónica da Quarentena

A proposta da Teresa Ruivo não podia ser mais interessante nem mais oportuna. É o verdadeiro espírito do Urbansketching!
A minha quarentena não tem sido fácil de cumprir. Estou sempre a sair de casa e quando volto tem de ir tudo para a desinfecção de maneira que levo só o material mínimo. Nestas ânsias de me livrar do virus lá foi o "caderno da quarentena" para a máquina de lavar roupa e de lá... para o lixo. Alguns dos desenhos que já estavam scanados são agora peças únicas digitais.

2020-04-03

Vamos ao Ginásio.

WebOficina no âmbito da #quarentenadesenhada dos USkP:

Para além da importância do ter ou não ter jeito para o desenho (Ah! Discussão antiga e sempre recorrente), há um aspecto que não me deixa dúvidas:
A capacidade de riscar linhas direitas ou letras regulares não é inata! Depende apenas de aprendizagem, treino e tempo.
E nem sequer é fundamental para grande parte dos desenhos que fazemos. Há desenhos que são lindos apesar de completamente amolgados.
No entanto é conveniente, às vezes, conseguir um traço preciso, uma linha direita, um gradiente de valores ou um conjunto de marcas regulares. Para isso é importante treinar a mão.

VAMOS AO GINÁSIO!

Aqui ficam alguns exercícios que podem ser feitos com qualquer riscador, em qualquer lugar e em qualquer ocasião. Até durante aquelas reuniões mais chatas (bastava fingir que estávamos aplicadamente tomando apontamentos).

Algumas explicações da esquerda para a direita, de cima para baixo:
1.    Encher um quadrado de rectas paralelas. A dificuldade aumenta se for deixada uma reserva em que parte das linhas serão interrompidas.
2.    Espiral. Pode ser desenhada de dentro para fora ou VV. Pode-se aumentar ou diminuir a distância entre linhas.
3.    Serpentinas, ou qualquer outro motivo que, concentricamente, vão sendo mais carregadas, em degradé.
4.    Riscar rectas ortogonais apoiando a mão na borda do caderno. Quanto mais afastadas da borda menos fácil é.
5.    Bocas sobre linhas, letras e algarismos.
6.    Desenhar pontos o mais afastados possível e uni-los por linhas rectas.
7.    Experimentar vários padrões em quadrados contíguos para experimentar valores em degradé.
8.    Encher um rectângulo de linhas quebradas formando um padrão regular
9.    Abecedários e frisos horizontais
10. Linhas e frisos verticais - Não vale virar o caderno. É mesmo diferente desenhá-los ao alto ou ao baixo.
11. Há reuniões que são assim.
12. Desenhar rectângulos e preenche-los com padrões diferentes. Quanto maiores os rectângulos mais difícil o exercício. A dificuldade (e a eficácia) do exercício também aumente se o caderno ficar sempre na mesma posição em vez de o rodar para cada conjunto de linhas.
13. Experimentar abecedários e frisos com tamanhos diferentes.
14. Espiral com abecedário incluído. Aqui tenho mesmo de rodar o caderno!

Seria importante que estes exercícios não fossem feitos sempre ao estirador, mas também num sofá, em pé, encostado a uma parede, num local ventoso, no autocarro... em qualquer lugar, porque é aí que vamos usar o diário gráfico.
Como estamos reduzidos a desenhar em casa fica à imaginação de cada um a escolha de condicionantes que simulem as dificuldades mais comuns da vida de um urban sketcher. Contem como foi.

2020-04-02

Musealizemo-nos

Um Tio Avô que foi voar para França durante a guerra.
Depois do último acidente, de onde saiu bem, o avião ficou inaproveitável. Trouxe este ferro torcido que ficou para o Museu das Recordações de Família.

Quarentena Desenhada

Esta WebOficina - obrigado Susana Nobre - já era de ontem mas só hoje lhe consigo chegar e muito brevemente.
A lixívia está na ordem do dia. Tentando dar-lhe uma utilização menos desmoralizante do que a luta contra o impronunciável, e respondendo às perguntas que fizeram voltei ao método, com video e tudo.
Usei caneta de aparo e pincel tanto para o fundo azul como para a abertura com lixívia. Atenção. Quando a lixívia é demais o papel fica castanho de queimado. Mais atenção. Com a lixívia todos os cuidados são poucos (olhos, mãos, roupa, ...)

2020-03-30

Variações Sobre um Tom

Não tinha máquina fotográfica mas, para responder ao desafio do Filipe Pinto, fui buscar uma máquina de café VESÚVIO que me lembro da Avó usar. Tomei café feito com ela. Usei caneta de aparo, pincel, ecoline e lexívia para vazar as letras.

2020-03-29

Da tri para a bidimensionalidade

Respondendo à WebOficina proposta pelo Eduardo Salavisa.


2020-03-28

... momentos surreais...

Tentando responder ao desafio da Fernanda Lamelas, não com objectos, como proposto, mas partindo de um desenho antigo.

Liliput

Não consigo aguentar a pedalada USkP.
Só hoje fiz o LILIPUT, desafio do José Louro. E tive que me socorrer de um desenho antigo.

2020-03-27

Mãos que desenham... com luvas, no IPO.

Nisto das WebOficinas ando com um dia de atraso. Só hoje consegui responder ao desafio do Luís Ançã. Obrigado Luís.


2020-03-26

Tempo de Reflexão

Por acaso nem foi. Usei a câmara das videoconferências e um monitor em vez do espelho.
E nada disto é da minha praia. Nem o retrato, nem o autoretrato, nem a mancha, ...
Faz-se o que se pode para responder ao Luís Frasco, com lápis de cor, num caderno que não grama água e um scanner que não vai à bola com as cores.

2020-03-24

CÉUS!!! Vem aí o Pedro Loureiro.

Não tive oportunidade para dedicar tanta atenção como merecia este grande desafio mas fiz o que pude sabendo, à partida, que qualquer tentativa seria ofuscada pelos céus do Pedro Loureiro.
Depois é o meu scanner que não se interessa pelas subtilezas da cor, em especial dos cerúleos e celestes.
E o caderno também não gosta de aguarelas mas, em contrapartida, eu gosto de lápis de cor.

2020-03-23

Procopiando o WC

WebOficina para a Quarentena Desenhada.
Só tu, António Procópio, me pões a desenhar desta maneira!