2011-09-05

Passeio à Berlenga, 2


À partida o entusiasmo é geral.
Passada a sota do cabo e distribuídos que foram os sacos de plástico os ânimos sossegam e o Gregório passa a tema de conversa.
(Esta solução dos sacos de plástico é inovadora relativamente aos baldes que moravam por baixo dos bancos do antigo Cabo Avelar Pessoa e que, em dias de maior agitação, se baldavam com os respectivos conteúdos espalhando uns fluídos indescritíveis que iam e vinham com os balanços.)
Entretanto começa a esbater-se o cabo e a definir-se o perfil da ilha.

3 comentários:

JASG disse...

não há prazer sem sofrimento :-)

José Louro disse...

Ah, os saquinhos de plástico... tiraram a piada à coisa.

PeF disse...

Isso agora fez-me lembrar um comentário que ouvi de um amigo meu para a namorada, quando rumávamos à Berlenga. XXX, dizia-se, enjoava. YYY alardeava: "XXX, o mar é o teu saco!"

Pouco depois, foi vê-lo correr para a amurada, afoito para dar de comer às taínhas...