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2025-07-20
Bragança
Camino de Santiago Português Via de la Plata;
Camiño Zamorense Português;
Camiño Zamorano Português.
Tenho começado as caminhadas uma hora antes da alvorada, tentando chegar ao destino antes dos 38ºC mas depois, à tarde, está tanto calor que não me apetece ir passear nem desenhar para a canícula. Não há cafés nem sítio nenhum onde ir e acabo por ficar num albergue sem interesse. Vou parar em Bragança e, mais tarde, recomeçarei o caminho a partir de lá.
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2025-07-19
Bragança
Bragança à vista.
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2025-07-18
Os lameiros
Camino de Santiago Português Via de la Plata;
Camiño Zamorense Português;
Camiño Zamorano Português.
Ladeando as ribeiras, ocupando os leitos de cheia, são aqui conhecidos como “lameiros” estas zonas mais ou menos planas, devegetação muito variada, normalmente usadas para pastoreio. Para mim são um elemento muito característico da paisagem do nordeste transmontano.
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2025-07-17
Trás-os-Montes
Camino de Santiago Português Via de la Plata;
Camiño Zamorense Português;
Camiño Zamorano Português.
Nesta zona de Trás-os-Montes, já no Parque Natural de Montesinho, são muito frequentes as paisagens ripícolas, com pequenos, ou não tão pequenos ribeiros marcados por densa vegetação. Junto aos rios fica mesmo escuro, sossegado, por vezes ouvindo-se a água em pequenas cascatas. “… como este ribeiro manso, em serenos sobressaltos…”, no dizer do António Gedeão.
Raios de sol atravessam as copas e fazem floreados de luz.
Por todo o lado passarada, lagartos e cobras, gatos meio selvagens, rastos de javali…
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2025-07-16
2010-02-28
2008-11-08
Aldraba, 2
2008-03-26
2008-03-20
2006-03-15
2005-12-10
2005-11-03
Bragança, 1998
2005-10-09
GR 25.1
ANDARES E PASSEARES
GR 25.1 Caminhos de Santiago
A GR 25 é mais um dos caminhos “portugueses” para Santiago. Vai ligar à Via de Prata, em Ourense. No Concelho de Montalegre foi marcado pela Câmara Municipal (informações CM Montalegre, Paula Americano, 276.511.010).
É um percurso curto e bastante fácil, que contorna a Serra do Larouco.
Ainda se vêm rebanhos, carroças puxadas por burros ou machos, carros de bois e bastantes terrenos arranjados e tratados. Como os caminhos ainda são usados vão-se mantendo em bom estado e relativamente limpos.
Cruzamo-nos com uma senhora vestida de preto, que vinha de amanhar um campo. Levava à cabeça uma enxada e um ancinho todo em madeira e um grande tronco seco, que aqui ainda se cozinha a lenha.
Durante vários dias os fogos queimaram a serra sem que ninguém lhes acudisse. Todos asseguram tratar-se de fogos postos para queimar o restolho (não há fogos antes das ceifas) e criar pasto para o gado. São estes fogos que, descontrolados, vão queimando a serra.
Mais em baixo, nos locais onde o fogo ainda não chegou, é uma alegria caminhar por bosques de carvalhos, castanheiros e bétulas. Aqui o pinheiro e o eucalipto ainda são uma minoria. Há zonas onde o chão está atapetado com bolotas e ouriços.
O perfil da serra é coroado por uma crista ondulante de geradores eólicos, todos do lado de Espanha. Dizem que não os instalaram em Portugal por causa do parapente (?) que tem em Montalegre um importante desenvolvimento, com provas anuais e um campeonato do mundo no activo.
Inexcedíveis na simpatia e nos esforços para tornar agradável a passagem por Montalegre foram a Irene e o Jorge (276.512.477)

Serra do Larouco

Roseira brava e carqueja

Milho a secar

A puxar o carro
GR 25.1 Caminhos de Santiago
A GR 25 é mais um dos caminhos “portugueses” para Santiago. Vai ligar à Via de Prata, em Ourense. No Concelho de Montalegre foi marcado pela Câmara Municipal (informações CM Montalegre, Paula Americano, 276.511.010).
É um percurso curto e bastante fácil, que contorna a Serra do Larouco.
Ainda se vêm rebanhos, carroças puxadas por burros ou machos, carros de bois e bastantes terrenos arranjados e tratados. Como os caminhos ainda são usados vão-se mantendo em bom estado e relativamente limpos.
Cruzamo-nos com uma senhora vestida de preto, que vinha de amanhar um campo. Levava à cabeça uma enxada e um ancinho todo em madeira e um grande tronco seco, que aqui ainda se cozinha a lenha.
Durante vários dias os fogos queimaram a serra sem que ninguém lhes acudisse. Todos asseguram tratar-se de fogos postos para queimar o restolho (não há fogos antes das ceifas) e criar pasto para o gado. São estes fogos que, descontrolados, vão queimando a serra.
Mais em baixo, nos locais onde o fogo ainda não chegou, é uma alegria caminhar por bosques de carvalhos, castanheiros e bétulas. Aqui o pinheiro e o eucalipto ainda são uma minoria. Há zonas onde o chão está atapetado com bolotas e ouriços.
O perfil da serra é coroado por uma crista ondulante de geradores eólicos, todos do lado de Espanha. Dizem que não os instalaram em Portugal por causa do parapente (?) que tem em Montalegre um importante desenvolvimento, com provas anuais e um campeonato do mundo no activo.
Inexcedíveis na simpatia e nos esforços para tornar agradável a passagem por Montalegre foram a Irene e o Jorge (276.512.477)

Serra do Larouco

Roseira brava e carqueja

Milho a secar

A puxar o carro
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Andares e Passeares,
Trás os Montes
2005-10-06
Eclipse

ANDARES E PASSEARES
Eclipse em Trás os Montes
Primeiro foi a luz que começou a perder voltagem e ganhou uma tonalidade prateada ou acinzentada.
Depois foi o silêncio na floresta. Todos os bichos se calaram e ficaram quietos. Como não havia vento nenhum, o silêncio era total. Só passados uns minutos é que os galos começaram a cantar repetidamente.
Mais tarde, já do Sol se via apenas um anel, os cães começaram a uivar.
À beleza do momento somou-se a consciência da oportunidade: excelente tempo, o local certo, o céu limpo …
Alheio a tudo, anódino, intruso e piroso, o campanário da aldeia mais próxima gritava a gravação do 13 de Maio todos os quartos de hora.
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