2005-10-31

Moura







Ainda em Moura mas na cidade, depois do passeio.

Atalaias de Moura















ANDARES & PASSEARES - MOURA
No EXPRESSO de Maio de 2003 falava de um passeio às atalaias de Moura.
As atalaias são umas fortificações avançadas contra os ataques vindos de Espanha.
Hoje em dia são, quase todas, umas ruínas perdidas no meio dos campos, sem outra função que não a de lupanar ou sanitário público.
Em termos de atalaias, o passeio foi um fracasso. Em todos os outros aspectos, um sucesso.

2005-10-28

Arronches, 2005
























Materiais e elementos simples, arquitectura pouco ou nada planeada, com sucessivos acrescentos e com uma expressão tão forte.

2005-10-26

Montemor-o-Novo, 2003























































De regresso a Lisboa paramos uma vez em Montemor o Novo.
O tempo para uma visita ao “castelo”/ Convento de Nª Srª da Saudação, onde reside uma companhia de dança e um óptimo café “ESPAÇO DO TEMPO”. Tempo ainda para, assentados nas ruínas da muralha, assistir a um maravilhoso por do Sol .

2005-10-25

O Nome da Rosa


Por sugestão do Azenhas do Mar fomos ao Convento de Cristo ver O Nome da Rosa, dos Fatias de Cá. Ninguém se arrependeu e estamos a fazer propaganda junto dos Amigos.

Macau, 1987



No 3º andar da Calçada do Monte a nossa janela praticamente não tinha perspectiva. Era quase toda ocupada pela fachada do Hospital de S Rafael, ainda em ruínas, antes das grandes obras de recuperação.

2005-10-21

Saibreira, 1999


Na espreguiçadeira, à janela da saleta.
A vedação de cedros, acabada de plantar.
Ainda havia uma praga de ailantos, que já foram quase exterminados.

2005-10-20

Macau, 1990



Macau, 1990.
Já à janela do edifício do Largo do Senado.
A esquina da Travessa de S Domingos e, ao fundo, as casas da Av Almeida Ribeiro.

2005-10-19

Macau, 1988



Macau, 1988

Alguns meses mais tarde, ainda no mesmo edifício mas noutra sala. No Palácio do Governo já havia um ar condicionado novo e viam-se uns restos de jardim. Ao fundo, uma fachada cheia de marquises.

2005-10-18

Macau, 1987


Macau, 1987. Durante uns meses trabalhei num sótão. Quando olhava para fora via as chaminés do Palácio do Governo e, em segundo plano, um edifício que hoje já não existe. Trabalhava muito mas via-se o trabalho a crescer. São boas recordações.

2005-10-17

Lisboa, Av República II


1998
Lisboa. À janela da Av da República (II).
Noutra janela, do outro lado do edifício.
Restos de uma arquitectura e de uma linguagem que, boa ou má, marcou uma época e faz parte das nossas memórias.

2005-10-16

Lisboa, Av República


Basta sair de casa e dos sítios do costume para encontrar casas, imagens, formas, que apetece desenhar ou, pelo menos, recordar.

Mais difícil é dar atenção ao que temos todos os dias à nossa frente.

Às vezes estou ao estirador, olho para fora e procuro numa vista conhecida encontrar um motivo de interesse. É um exercício que tenho pena de não ter feito sistematicamente em todos os gabinetes onde trabalhei. Sobraram, no entanto, alguns exemplos.

Este, primeiro, é das traseiras na Av República, em 1993

2005-10-12

Palácio da Ajuda





Ao procurar material para este blog dou conta das horas que tenho passado à espera dos encontros e das reuniões. Desta vez foi no Palácio da Ajuda.

Palácio de S Bento



Esperando pela abertura da AR

2005-10-09

Montalegre

Ainda à volta da GR25




Ponte em Montalegre

Forno comunitário em Padornelos

Ponte de Misarela

GR 25.1

ANDARES E PASSEARES
GR 25.1 Caminhos de Santiago

A GR 25 é mais um dos caminhos “portugueses” para Santiago. Vai ligar à Via de Prata, em Ourense. No Concelho de Montalegre foi marcado pela Câmara Municipal (informações CM Montalegre, Paula Americano, 276.511.010).

É um percurso curto e bastante fácil, que contorna a Serra do Larouco.

Ainda se vêm rebanhos, carroças puxadas por burros ou machos, carros de bois e bastantes terrenos arranjados e tratados. Como os caminhos ainda são usados vão-se mantendo em bom estado e relativamente limpos.

Cruzamo-nos com uma senhora vestida de preto, que vinha de amanhar um campo. Levava à cabeça uma enxada e um ancinho todo em madeira e um grande tronco seco, que aqui ainda se cozinha a lenha.

Durante vários dias os fogos queimaram a serra sem que ninguém lhes acudisse. Todos asseguram tratar-se de fogos postos para queimar o restolho (não há fogos antes das ceifas) e criar pasto para o gado. São estes fogos que, descontrolados, vão queimando a serra.

Mais em baixo, nos locais onde o fogo ainda não chegou, é uma alegria caminhar por bosques de carvalhos, castanheiros e bétulas. Aqui o pinheiro e o eucalipto ainda são uma minoria. Há zonas onde o chão está atapetado com bolotas e ouriços.

O perfil da serra é coroado por uma crista ondulante de geradores eólicos, todos do lado de Espanha. Dizem que não os instalaram em Portugal por causa do parapente (?) que tem em Montalegre um importante desenvolvimento, com provas anuais e um campeonato do mundo no activo.

Inexcedíveis na simpatia e nos esforços para tornar agradável a passagem por Montalegre foram a Irene e o Jorge (276.512.477)












Serra do Larouco




















Roseira brava e carqueja
















Milho a secar


















A puxar o carro

2005-10-07

Alcochete



Almoço na esplanada de Alcochete

2005-10-06

Coimbra

Entre o final das reuniões e a partida do comboio, um passeio pela cidade aproveitando o resto da luz do dia para uns bonecos.



















Celas 1



















Celas 2

Eclipse










ANDARES E PASSEARES
Eclipse em Trás os Montes

Primeiro foi a luz que começou a perder voltagem e ganhou uma tonalidade prateada ou acinzentada.

Depois foi o silêncio na floresta. Todos os bichos se calaram e ficaram quietos. Como não havia vento nenhum, o silêncio era total. Só passados uns minutos é que os galos começaram a cantar repetidamente.

Mais tarde, já do Sol se via apenas um anel, os cães começaram a uivar.

À beleza do momento somou-se a consciência da oportunidade: excelente tempo, o local certo, o céu limpo …

Alheio a tudo, anódino, intruso e piroso, o campanário da aldeia mais próxima gritava a gravação do 13 de Maio todos os quartos de hora.

2005-10-02

Alcácer do Sal

Pousada de Alcácer do Sal