2011-11-02

Carmo. Rua e Convento.



Ainda as sessões de desenho no Museu Arqueológico do Carmo, esta com o Mário Linhares.
Um desenho a meias com a Magda e outro que pus ontem nos USk.

2011-11-01

Museu Arqueológico do Carmo


Sessões de desenho no Museu Arqueológico do Carmo.
Uns encontros fantásticos!

2011-10-31

Clube Naval de Cascais.


Este desenho já tem muitos anos. Foi no pontão do peixe, no Verão, com calor, mau cheiro e encontrões.
Lembrei-me dele ontem quando, aproveitando um deslumbrante dia de Outono, fui ao paredão e voltei a desenhar Cascais em Contraluz.
Aproveitei o novo boneco para o flag.

2011-10-25

2011-10-24

Porto


De passagem pelo Porto.

2011-10-23

V5


O tempo não chegou para acabar o boneco. Estas motos V5 trazem-me sempre alguma nostalgia.

2011-10-18

Via Algarviana, Vaqueiros


Vaqueiros é o fim do terceiro sector (terceira jornada) da Via Algarviana.
Para mim foi o tempo de fazer um boneco e seguir até Cachopo (a quarta jornada)

2011-10-14

Via Algarviana, Vaqueiros


Às vezes é apenas uma vista muito longínqua mas os cabos de alta tensão são uma presença em quase todos os trilhos.
Junto das povoações são inevitáveis.

2011-10-13

Via Algarviana, Malfrades


Malfrades não é uma aldeia fantasma. É mesmo um dos montes onde vi mais pessoas. Talvez por ser a hora do almoço e o pessoal recolher a casa para a bucha. Agora a média etária... faz-me sentir jovem!

2011-10-12

Via Algarviana, Furnazinhas


Na serra algarvia, maior parte das linhas de água são de regime torrencial. Quando a chuva é forte podem ser violentas. São as "barrancadas".
Embora sejam (numa terra seca) sempre objecto de curiosidade, já se conta com elas. Nesta rua de Furnazinhas até há um caminho das pedras (nas Beiras chamam-se poldras. Aqui como se chamam??) para, nos dias de barrancada, atravessar a pé mais ou menos enxuto.

Via Algarviana, Furnazinhas


Em Furnazinhas ainda há fornos semi-comunitários.
E mais: são utilizados.

2011-10-11

Via Algarviana, Furnazinhas


Moínho Branco.
Não é uma questão de pintura. Era onde se moía a farinha branca enquanto que no Moínho Preto, que ficava ao lado, se moía a farinha escura, para o gado.
Do Moínho Branco ainda resta uma ruína. O Preto foi demolido. Aproveitaram o local e a plataforma para construir um depósito de água.

2011-10-09

Via Algarviana, Serra.


Alegremente navegando num mar de estevas e grauvaques a perder de vista pelos 360º do horizonte.

2011-10-07

Via Algarviana, Ribeira da Foupana


Em VR Sto António apanhei outro transporte para Balurcos, que foi onde comecei a caminhada.
É a 2ª jornada do trilho e são apenas 15km mas, com tanto transporte, o dia também já começou tarde.
Esta parte do trilho cruza três vezes o IC127. Felizmente são sempre passagens desniveladas. Algumas com obras de arte impressionantes como esta, sobre a Ribeira da Foupana.

2011-10-06

Via Algarviana, Tavira


Tinha uns dias guardados para um passeio e … voltei à Via Algarviana.
Por falta de tempo a escolha tinha que ser muito selectiva e optei (inevitavelmente) pelas etapas da serra mas, primeiro, era preciso lá chegar. Apanhei um comboio em Tavira.
(Mais bonecos da Via Algarviana, aqui)

2011-10-05

Cabo da Roca


Na altura não lhe cheguei com a caneta e depois ficou mesmo assim.

2011-10-04

Praia Grande


Entrando num território já muito desenhado pelo Bruno Braddell.

2011-09-30

Aniversário


O bonecos de bolso faz hoje seis anos, com 1.500 post.
Obrigado por todas as 165.000 visitas.

2011-09-29

Castelo S Jorge


Ainda do terraço da FBAUL.
A vista para o Castelo.

2011-09-28

No hospital



O D foi operado ao joelho e esteve dois dias no hospital.

2011-09-22

2011-09-21

Arco do Cego

Antes, durante e depois.

2011-09-20

Saudades


O tempo esteve melhor esta semana do que em muitos dias em Agosto... mas em Agosto estava de férias e já para lá voltava...
O Eduardo Corte-Real tem uma etiqueta que diz "longing for vacations". Acho que já estou nesse estado.

2011-09-19

Consultório

Fui três vezes ao mesmo consultório. O caderno era o mesmo mas as canetas foram sempre diferentes.

Exposição

2011-09-15

Saldanha

Entre os dois edifícios havia uma figueira, que teimava em renascer com uma força natural quase tão forte como a energia com que ia sendo podada.


Durante muitos anos estiveram abandonados e foram entristecendo.

Nos últimos tempos, graças a uma feliz iniciativa dos Serviços Culturais da CML, foram tela para graffittis.

Antes de férias foi demolido o primeiro. Ainda cheguei a tempo de ver uma caterpiller cavalgando um enorme monte de destroços.

Agora parece o ground zero.

A ver se temos outra surpresa como a do Nº21 da mesma praça…

2011-09-12

Passeio à Berlenga, 8


Já de volta, no Cabo Avelar Pessoa, a ilha vai ficando para trás.

2011-09-11

Passeio à Berlenga, 7


Já ao fim da tarde, à espera do autocarro para o regresso.

2011-09-06

Passeio à Berlenga, 3


Forte de S João Baptista.
Ao fundo a aldeia dos pescadores.

2011-09-05

Passeio à Berlenga, 2


À partida o entusiasmo é geral.
Passada a sota do cabo e distribuídos que foram os sacos de plástico os ânimos sossegam e o Gregório passa a tema de conversa.
(Esta solução dos sacos de plástico é inovadora relativamente aos baldes que moravam por baixo dos bancos do antigo Cabo Avelar Pessoa e que, em dias de maior agitação, se baldavam com os respectivos conteúdos espalhando uns fluídos indescritíveis que iam e vinham com os balanços.)
Entretanto começa a esbater-se o cabo e a definir-se o perfil da ilha.

Passeio à Berlenga


Em Agosto tirei um dia para ir à Berlenga.
Comprei uma passagem no "Cabo Avelar Pessoa"

2011-09-04

A Viagem e o Diário Gráfico

Proceda-se sempre de acordo, como manda o regimento
Fazendo um diário de bordo, por causa do esquecimento
Carlos Tê


O Museu Arqueológico do Carmo e o Eduardo Salavisa organizam o ciclo de sessões de desenho "A VIAGEM E O DIÁRIO GRÁFICO" cujo programa pode ser consultado no site do Museu.

A mim cabe-me, no sábado 2011.09.17, falar do meu gosto pelos diários gráficos e em particular pelos diários de viagem.

Como exemplo vou levar o caderno que usei durante a caminhada da "VIA ALGARVIANA" (quem não conhece pode visitar o site da Via Algarviana) mas falaremos também de outros cadernos, outros desenhos e outras viagens.

Nesta sessão teremos ainda oportunidade de "viajar" até ao Miradouro de S Pedro de Alcântara onde proporei alguns exercícios de desenho ao jeito do "diário de viagem".

Ninguém vai sair destes encontros com diploma de viajante nem diploma de artista. Muito menos com um diploma de turista.

O objectivo é o despertar do interesse pelos diários de viajem, o à vontade com os registos (que não se pretendem perfeitos, mas sentidos) e o entusiasmo pelos desenhos feitos no local.
E que não seja apenas "por causa do esquecimento" mas, sobretudo, pelo gosto que isso dá.

Outros links relacionados com este assunto:
Urban Sketchers Portugal
Urban Sketchers
2º Symposium Urban Sketching